quarta-feira, 25 de junho de 2008

and love said no.

eu não te amo mais.

eu percebi isso ontem, meio bebada, saindo da festa junina da firma, quando pensei no futuro e me dei conta que não via mais você nele. só que até hoje cedo eu não tinha entendido como esse sentimento tão forte e esmagador desapareceu assim. then it hit me: você me forçou a não te amar, todo dia fez algo um pouco pior que o dia anterior, até chegar a esse ponto.

não sinto mais a sua falta, não espero mais emails, eu fico aliviada por você ter desaparecido e aparentar ter entendido que eu realmente não te amo mais. enquanto existia amor, existia esperança. agora não sobrou nada.



de tudo que você já me fez, tirar de mim o amor que eu sentia, foi, de longe, a pior coisa.

domingo, 22 de junho de 2008

segunda-feira, 9 de junho de 2008

the ice was getting thinner...

We're not the same, dear, as we used to be.
The seasons have changed and so have we.
There was little we could say, and even less that we could do
To stop the ice from getting thinner under me and you.

We bury our love in the windsory grave
Along came the snow, was all that remained.
But we stayed by its side, as the days turned to weeks
And the ice kept getting thinner with every word that we'd speak.

And when spring arrived
We were taken by surprise when the flows under our feet
Led into the sea
Nothing was left for you and me.

We're not the same, dear,
And it seems to me
There's nowhere where we can go
With nothing underneath.
And it saddens me to say
But we both know, well, it's true
That the ice was getting thinner
Under me and you.
The ice was getting thinner
Under me and you.

domingo, 11 de maio de 2008

sleep in our clothes and wait for winter to leave.

eu acho que tudo está acontecendo como deveria acontecer, demorado e dolorido. mas finalmente eu posso sentir, de verdade.

não estou triste.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

terça-feira, 8 de abril de 2008

quem tudo quer....

não tem mais nada aqui para e, muito menos, sobre você.

boa sorte com o seu rodízio eterno de gente.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

stuck in a moment.

vindo para a mesma agência, pela mesma avenida, ouvindo a mesma música triste, eu experimento exatamente a mesma sensação, que me faz companhia a quase três anos e meio, sendo que nesse período mudei três vezes de agência, assim como de avenida. a única coisa que não muda nunca é essa dor cínica.

eu nem sei se são mesmo três anos e meio, chutei por alto, eu ando tão triste, a tanto tempo, que eu nem lembro mais.

as vezes, de manhã bem cedo, eu peço baixinho para que você encontre um novo amor, similar àquele que você perdeu em algum lugar aqui comigo. isso vai me destruir, com certeza, mas ao menos eu não vou ter que conviver com essa sensação de fracasso, de que nada é o bastante. todo santo dia. e talvez assim, quem sabe, eu tenha algo concreto para começar a reconstruir o muro ao meu redor, que você quebrou quando chegou. nada rejunta melhor do que uma boa porção de dor.

quando eu venho pro trabalho, eu abro bem a janela pra sentir algo, nem que seja só o vento na cara. meu cabelo embaraçado é o máximo que eu consigo sentir em mais ou menos três anos e meio.